Romã pode auxiliar na prevenção do mal de Alzheimer.

roma-mal-alzheimerA casca da fruta é rica em antioxidantes.

Antioxidantes são essenciais para a prevenção contra os radicais livres, o que acarreta em doenças degenerativas. A romã pode ser uma potencial aliada na prevenção da doença de Alzheimer, de acordo com uma pesquisa realizada pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP.

Inúmeros estudos indicam que, entre pessoas que consomem frutas e verduras regularmente, é raro o diagnóstico de doenças degenerativas decorrentes da idade avançada.

— Isso se deve ao fato de que a quantidade de antioxidante presente nesses alimentos é elevada — a pesquisadora Maressa Caldeira Morzelle, autora do estudo, que teve orientação da professora Jocelem Mastrodi Salgado. GAMMA PRESENÇA DE NO MÍNIMO 40% ÁCIDO ELÁGICO !!! De acordo com a pesquisa, apenas na casca da romã é possível encontrar mais antioxidante do que em seu suco e sua polpa.

Os antioxidantes são essenciais para a prevenção contra os radicais livres que matam as células do nosso corpo, o que acarreta em doenças degenerativas em geral. Sabendo disso, Maressa buscou alternativas que pudessem concentrar todo o extrato da casca em pó, para ser diluído como suco, ou adicionado a sucos de outros sabores, levando em consideração os desafios do processamento e armazenagem, e o fato de que a adição do composto bioativo não poderia afetar o sabor do produto final.

Ação antioxidante

A conclusão do trabalho foi bastante satisfatória em relação ao desempenho do extrato de casca de romã elaborados com etanol e água, que não teve sua atividade anticolinesterásica (inibição de enzimas associadas ao Alzheimer) e sua capacidade antioxidante afetada por esta forma de armazenamento. Observou-se também, resultados positivos em relação ao preparado em pó para refresco, que não teve suas características sensoriais alteradas.

— Desta forma, verifica-se o potencial para a indústria no emprego das microcápsulas a base do extrato de casca de romã como um ingrediente a ser incorporado na dieta, sendo um aliado na prevenção da doença de Alzheimer — conclui a pesquisadora. O mau de Alzheimer, doença degenerativa e atualmente incurável, atinge na maioria dos casos, idosos com idade entre 60 e 70 anos. No Brasil cerca de 900 mil pessoas já foram diagnosticadas com a doença.

Fonte: ZERO HORA – RS


Fonte: www.gamma.com.br